Que a gente detesta/ "odia" o lugar que mora, não é novidade, mas alugar uma casa ou townhouse (porque não queremos apartamento de jeito nenhum) por essas bandas tem sido difícil. Começamos a olhar as coisas em janeiro, na esperança de ajeitarmos tudo e ficarmos tranquilo quando chegasse maio (último mês de aluguel), mas de nada adiantou. Saímos de carro pela vizinhança procurando casas e tal. Que dificuldade viu? Olha de um lado, olha de outro. A gente só queria mudar para 2 cidades (Vestevia ou Hoover) e a distância da faculdade não poderia ser superior a 15 minutos (lembrando que entre estacionar o carro na universidade e andar até o hospital, meu marido leva uns 10 minutos). Além disto, tinha que ficar bem localizado, perto das rodovias, mas com outra possibilidade de chegar na universidade, pois na hora do rush ou quando acontecesse algum acidente, teríamos uma escapatória.
Todo lugar que a gente olhava tinha um porém (vale ressaltar que dentro do nosso budget, na localização desejada e bons, só encontramos 3): cozinha com eletrodomésticos antigos, casa pequena, sem máquina de lavar. Como a idéia é mudar e só sair da casa quando a residência acabar (daqui no mínimo 4 anos), tivemos que pensar direitinho. O lugar que a gente mais gostou, não tinha vaga (claro, isso sempre acontece com a gente. #síndromedacoitadinhamodeon). Quén, quén, quén! Tinha um deck enorme com bastante privacidade (você não vê seus vizinhos), cheio de armários (algo necessário quando se tem um guarda roupa de inverno e verão completamente diferentes e também quando se tem um projeto de cozinheiro em casa que quer comprar todas as tralhas de cozinha- e sim, ele usa tudo!), armário para casaco logo na entrada da casa (algo essencial nesse clima, mais essencial ainda se você tem um marido que costuma "dipindurar" as roupas nas cadeiras, sofás e matar a esposa de raiva!). Um lugar cheio de árvores, que usa gás (economia na energia), um lugar que tem concreto nas paredes (nada de ouvir as conversas dos vizinhos do lado). O único ponto negativo era a cozinha, os appliances velinhos, mas dá (ria) pra viver com isso e não tem máquina de lavar/secar, mas a gente alugaria e ainda ficaria dentro do budget. Claro que tem piscina, quadra disso, quadra daquilo, mas como eu não vou usar mesmo...As revisões na internet sobre o complexo foram ótimas, só reclamaram dos appliances velhinhos. Beleza! Mas claro que a gente não conseguiu a vaga...
Como o tempo estava passando e a gente precisava ajeitar algo logo para avisar oficialmente que a gente vai encerrar o contrato daqui, resolvemos ir na nossa segunda opção que fica numa excelente localização. Já tem máquina de lavar/secar na unidade e é tudo OK. Eu achei pequeno, principalmente o banheiro, mas certeza de que seria melhor do que nessa casa do terror que a gente mora. As revisões na internet não foram as melhores, mas resolvemos fazer a reserva do apartamento de qualquer jeito. Para tanto, você precisa pagar uma taxa que não será reembolsada e assinar uma dúzia de papéis. Eles examinam se você pode pagar o aluguel (marido deu a cópia do contrato da UAB e 2 contra-cheque), ligam para o apartamento que a gente mora para saber se a gente paga as coisas em dias e tal. Com tudo isso feito, se tudo estiver ok, você é aprovado. Pronto, já tinhamos um teto e a mudança está marcada para o final de maio.
2 dias depois de termos sido aprovado para nossa segunda opção, recebemos uma ligação da nossa primeira opção e tcharam! Uma pessoa desistiu da townhouse e havia uma pra gente no final de maio, can you believe that? U-hu, u-hu! Ficamos pensando qual seria melhor, fomos lá ver a localização da casa e optamos por lá mesmo. Perdemos um dinheirinho, mas acho que a escolha foi mais acertada (assim eu espero). Então, final de maio já teremos novo endereço!
Fofo né?
17/04/2011
14/04/2011
Enquanto isso na emergência...
Marido está rodando na emergência esse mês. Os horários são melhores, mas a metade dos plantões são das 3pm-1am, um porre porque eu acabo acordando de madrugada. Olhando pelo lado positivo, não preciso fazer janta, pois o marido tem de comer pelo hospital mesmo.
Esses dias, ele saiu rapidinho da emergência para jantar, mas acabou chegando 4 minutos antes da cafeteria abrir e ficou na frente esperando, tinha uma família esperando também e um menino de uns 7 anos chegou perto e perguntou:
Criança: você é médico?
Marido: yep!
C: você pode consertar meu dedo que está duro e quebrado?
Vó: seu dedo não está quebrado, você está inventando.
C: é...mas meu amigo puxou o dedo e botou no lugar de novo!
(Vocês lembram daquela brincadeira que os adultos faziam fingindo que tiravam o dedão, né?)
V: Ele estava lhe enganando, foi de brincadeira, ele fez pra enganar vc...
C: Não, eu vi, foi verdade, eu vi... Você sabe colar um dedo? Você sabe como faz isso?
M:Não... mas não pode colar o dedo assim...
C: Pode sim, meu amigo fez rapidinho!
M: É...então eu não sei.
C: Você é rico?
M: (vontade de responder: você acha que se eu fosse rico estaria aqui no ER?) bem que eu queria...
Acho que o pobre do menino saiu desorientado, conheceu um médico que não é rico e ainda que não sabe colar um dedo (coisa que o amigo faz)! Ah, essas crianças..
Esses dias, ele saiu rapidinho da emergência para jantar, mas acabou chegando 4 minutos antes da cafeteria abrir e ficou na frente esperando, tinha uma família esperando também e um menino de uns 7 anos chegou perto e perguntou:
Criança: você é médico?
Marido: yep!
C: você pode consertar meu dedo que está duro e quebrado?
Vó: seu dedo não está quebrado, você está inventando.
C: é...mas meu amigo puxou o dedo e botou no lugar de novo!
(Vocês lembram daquela brincadeira que os adultos faziam fingindo que tiravam o dedão, né?)
V: Ele estava lhe enganando, foi de brincadeira, ele fez pra enganar vc...
C: Não, eu vi, foi verdade, eu vi... Você sabe colar um dedo? Você sabe como faz isso?
M:Não... mas não pode colar o dedo assim...
C: Pode sim, meu amigo fez rapidinho!
M: É...então eu não sei.
C: Você é rico?
M: (vontade de responder: você acha que se eu fosse rico estaria aqui no ER?) bem que eu queria...
Acho que o pobre do menino saiu desorientado, conheceu um médico que não é rico e ainda que não sabe colar um dedo (coisa que o amigo faz)! Ah, essas crianças..
12/04/2011
Fórmula Indy
Tá que em janeiro meu marido encontrou no Groupon uma promoção para os ingressos da fórmula Indy, que aconteceu aqui em B'ham. Ele ficou super animado, queria muito ir. Eu cansei só de pensar. Não gosto de corrida e ficar vendo carrinho passar não era bem o que eu queria da vida né? Mas ele insistiu e disse que era o presente de aniversário (com um mês de antecedência). E tá aí uma coisa difícil, meu marido é super complicado de agradar em se tratando de presente. Ele fica grato com qualquer coisa, mas raramente ama/adora algo. Eu ainda levantei a questão de plantão, já que ele não sabia a escala de abril e poderia ser que no dia da corrida ele estivesse no hospital e tal. Mas ele estava tão empolgado que comprou os ingressos. 1 mês depois, ele ficou super animado, pois a gente poderia comprar o acesso ao Paddock. Eu fiquei me imaginando lá, sem nenhuma animação, mas já que a comemoração era dele, compramos! Eu estava mesmo preocupada com a roupa que deveria usar lá. Achei o short que queria e comprei um chapéu pra ficar fashin (risos), mas esse chapéu foi a minha salvação! No dia da corrida, estava planejada 3 corridas de categorias diferentes e fomos cedo. Fiquei de boca aberta por conta da organização do evento. Você chega no estacionamento, tem várias pessoas organizando, aí você pega um ônibus e vai para o evento (uns 15 minutos), chegando no local, você pega um mapa e vai pegando uns carrinhos para se locomover. A volta foi igual. Super organizado.
A comida era péssima e cara, bebida alcoólica não é permitida (e sim, todo mundo se divertiu!). No ingresso dizia que você poderia levar cooler, lençol, cadeira, barraca...eu pensei numa farofada daquelas, mas acabamos levando água e uns snacks! Chegando lá, fiquei emocionada ouvindo os motores roncarem, lembrei das corridas de domingo, de Senna.
Eu achava que teria arquibancadas para a gente assistir as corridas, mas nada, você senta no chão mesmo (agora entendi o motivo deles pedirem para levar cadeira e tal). Ficamos perdinho dos boxes, vimos uns pilotos, tiramos mil fotos. E depois de 6 meses sem calor, o calor estava insuportável, não tinha nenhum lugar coberto e passamos o dia no sol quentão. Marido, que se recusou ao usar protetor, voltou um legítimo red neck (não só o pescoço, mas a cara, as pernas...tudo vermelho). Eu usei protetor e re-apliquei algumas vezes, o chapéu foi meu melhor amigo. No final das contas, foi muito legal!!!
A comida era péssima e cara, bebida alcoólica não é permitida (e sim, todo mundo se divertiu!). No ingresso dizia que você poderia levar cooler, lençol, cadeira, barraca...eu pensei numa farofada daquelas, mas acabamos levando água e uns snacks! Chegando lá, fiquei emocionada ouvindo os motores roncarem, lembrei das corridas de domingo, de Senna.
Eu achava que teria arquibancadas para a gente assistir as corridas, mas nada, você senta no chão mesmo (agora entendi o motivo deles pedirem para levar cadeira e tal). Ficamos perdinho dos boxes, vimos uns pilotos, tiramos mil fotos. E depois de 6 meses sem calor, o calor estava insuportável, não tinha nenhum lugar coberto e passamos o dia no sol quentão. Marido, que se recusou ao usar protetor, voltou um legítimo red neck (não só o pescoço, mas a cara, as pernas...tudo vermelho). Eu usei protetor e re-apliquei algumas vezes, o chapéu foi meu melhor amigo. No final das contas, foi muito legal!!!
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| Como americano vê a corrida |
09/04/2011
"Merda, fiquei olhando para as mulheres e perdi a entrada!
Sim, essa frase aí em cima eu ouvi do meu digníssimo esposo num dia ensolarado em Atlanta. Vamos ao drama! Veja bem, era sábadoe ele milagrosamente estava de folga, acordamos e resolvemos que iríamos fazer um visita no estado vizinho. Procuramos na internet os endereços, anotamos tudo, nos arrumamos, tomamos café e pegamos a estrada. Quase 3 hs (aumente 1 hora devido ao fuso horário) depois de muita estrada e engarrafamento, depois do GPS surtar e nos levar para um lugar ermo, resolvemos parar e comer um churrasco brasileiro. Comemos, bebemos suco de maracujá e ainda ouvimos música brasileira (não teve espaço para a sobremesa, mas eu comprei ouro branco e trouxe pra casa). Depois seguimos rumo ao nosso roteiro de compras (eu queria pq queria um classic short e tinha que ser numa loja que não tem aqui, só em Atlanta), daí que no caminho para a loja, marido solta essa pérola! Numa situação dessas, o que fazer? Brigar? Bater? Chorar? Eu dei risada, dei muita risada, gargalhei mesmo. Tem que ser muito bobo/ingênuo pra falar um negócio desses, né não? Eu me acabo de rir só de lembrar da cena. Resultado, tinha 2 esquisitas, usando umas roupas engraçadas que combinava com um chapéu mais tosco ainda e combinava com a roupa dos seus respectivos cachorros.
07/04/2011
Ida ao médico...
Ontem fui ao oftalmo. Estou louca para fazer lentes de contatos, aí resolvi marcar um oftalmo. Na verdade, para fazer lentes de contato ou óculos, você não precisa ir ao oftalmo, você pode ir ao optometrista. O optometrista é um profissional não-médico, mas que pode fazer residência médica e ter um título de especialista. Na prática, não sei qual a diferença não. Enfim, resolvi marcar um especialista em córnea, para dar o parecer final sobre o probleminha na minha córnea. E sim, tenho ceratocone, mas está no estágio inicial e como está estagnado há uns 10 anos, está tranquilo. Minha visão é ótima e não tenho nenhuma indicação para fazer cirurgia e ajeitar a córnea (ufa!). Além disso, como o probleminha é simples, não tenho indicação para usar a lente rígida, o que era meu medo. Lente rígida é pra gente sem um pingo de frescura, o que não é o meu caso. Aquele treco parece instrumento de tortura!
Então, você chega no consultório e preenche uma papelada falando das medicações que toma, das doenças que tem (ou seja, você faz a sua anamnese para o médico) e dizendo se quer que suas informações sejam passadas para seus parentes e tal. Você já paga logo a consulta (o valor das consultas já estão impressas no meu cartão do plano de saúde), esse valor já cobre todos os exames. Depois vai para outra sala de espera. Um técnico te chama e você fala o que está sentindo e o que você quer. Faz os exames todos (graças a Deus não tem aquele ultrassom horroroso), inclusive a topografia. Depois fui com o técnico para outra sala e lá ele viu o fundo do meu olho (claro que eu consegui -só Deus sabe como!- machucar meu olho no aparelho e aí eu pensei "cadê dra. Ana Cláudia com todo seu jeitinho e paciência?) e colocou o colírio para dilatar a pupila. La fui eu mais uma vez para a sala de espera. Depois de um tempo, um enfermeira me chamou para outra sala e lá veio o médico, ele olhou meus olhos, falou do ceratocone, me encaminhou para um médica especialista em lente de contato e pronto. Ai que saudade de Dra. Ana Cláudia! Minha oftalmo há 10 anos! Um amor de pessoas, super paciente com minhas frescurites, super profissional, sempre preparada para qualquer emergência e uma pessoa incrível. Ela virou médica de minha família toda e da família do meu marido tamanha competência. Gente, ela é muito boa! Nunca atrasa e caso isso ocorra (normalmente por conta de uma emergência), ela sempre se desculpa. Ai que saudade dela!
Bom, aqui na sala de espera não tinha Tv, nem sonzinho. Tinha umas revistas mais relacionadas a área de negócios. Tinha também quadros de todos os títulos que esse médico tem (e eu digo, ele tem um montão de certificados) e quadros com os principais artigos que ele publicou. Esse oftalmo não é fraco não, mas não criou nenhuma relação comigo, achei tão esquisito. Meu marido diz que eu tenho que me acostumar e eu digo que me acostumar com coisa boa é fácil (pessoas educadas, trânsito tranquilo), mas com coisa ruim é tão complicado. Meu marido diz que a medicina aqui é um negócio como outro qualquer. Segundo ele, do mesmo jeito que um advogado, um administrador, um atendente de fast food levanta e vai trabalhar; o médico também faz. Eu fiquei tão chocada...eu sei que no Brasil tem muita gente assim, mas sei também que tem muita gente que ama a profissão, vide as médicas que me acompanham há uma década. Acho que vou sentir saudades desse calor humano, desse contato.
Então, você chega no consultório e preenche uma papelada falando das medicações que toma, das doenças que tem (ou seja, você faz a sua anamnese para o médico) e dizendo se quer que suas informações sejam passadas para seus parentes e tal. Você já paga logo a consulta (o valor das consultas já estão impressas no meu cartão do plano de saúde), esse valor já cobre todos os exames. Depois vai para outra sala de espera. Um técnico te chama e você fala o que está sentindo e o que você quer. Faz os exames todos (graças a Deus não tem aquele ultrassom horroroso), inclusive a topografia. Depois fui com o técnico para outra sala e lá ele viu o fundo do meu olho (claro que eu consegui -só Deus sabe como!- machucar meu olho no aparelho e aí eu pensei "cadê dra. Ana Cláudia com todo seu jeitinho e paciência?) e colocou o colírio para dilatar a pupila. La fui eu mais uma vez para a sala de espera. Depois de um tempo, um enfermeira me chamou para outra sala e lá veio o médico, ele olhou meus olhos, falou do ceratocone, me encaminhou para um médica especialista em lente de contato e pronto. Ai que saudade de Dra. Ana Cláudia! Minha oftalmo há 10 anos! Um amor de pessoas, super paciente com minhas frescurites, super profissional, sempre preparada para qualquer emergência e uma pessoa incrível. Ela virou médica de minha família toda e da família do meu marido tamanha competência. Gente, ela é muito boa! Nunca atrasa e caso isso ocorra (normalmente por conta de uma emergência), ela sempre se desculpa. Ai que saudade dela!
Bom, aqui na sala de espera não tinha Tv, nem sonzinho. Tinha umas revistas mais relacionadas a área de negócios. Tinha também quadros de todos os títulos que esse médico tem (e eu digo, ele tem um montão de certificados) e quadros com os principais artigos que ele publicou. Esse oftalmo não é fraco não, mas não criou nenhuma relação comigo, achei tão esquisito. Meu marido diz que eu tenho que me acostumar e eu digo que me acostumar com coisa boa é fácil (pessoas educadas, trânsito tranquilo), mas com coisa ruim é tão complicado. Meu marido diz que a medicina aqui é um negócio como outro qualquer. Segundo ele, do mesmo jeito que um advogado, um administrador, um atendente de fast food levanta e vai trabalhar; o médico também faz. Eu fiquei tão chocada...eu sei que no Brasil tem muita gente assim, mas sei também que tem muita gente que ama a profissão, vide as médicas que me acompanham há uma década. Acho que vou sentir saudades desse calor humano, desse contato.
04/04/2011
Sobre o imposto de renda
Tem uns dias que entregamos nosso imposto de renda americano. Aqui o walmart faz o seu imposto de renda e cobra $30, você pode comprar um programa e fazer, pode pagar um contador também. Leo fez através do setor internacional da UAB, eles marcam uma hora e explicam o passo a passo. Imagino que deve ser simples. Antes de fazer preencher a papelada das taxas, a universidade já manda o comprovante do ano e você só precisa preencher a papelada (aqui é no papel). Depois de preencher tudo e assinar, mandamos pelo correio para os órgãos específicos. Sim, é 'rgãos mesmo, pois aqui o imposto de renda é estadual e federal, então temos que prestar contas em 2 lugares.
Fizemos também o imposto de renda do Brasil. Quer dizer, uma amiga-contadora-alma-boa fez o grande favor de fazer para a gente. Que negócio chato é imposto de renda, graças a Deus, Renata (a amiga contadora) ajudou. A gente estava tentando fazer pelo Brasil, mas não tínhamos encontrado alguém que soubesse fazer, pois a gente precisou preencher a declaração de saída definitiva do Brasil, enfim, aquela confusão chata. Sei que essa minha amiga pegou meus papéis, pegou o computador e voilá, fez tudo. Super rápida e com muita prática. Enquanto ela trabalhava eu trabalhei também, fiquei "olhando" a filhinha dela. Eu amo a Sofia (filha da Renata), ela é uma figura!!! Acha que sabe falar e fica "conversando"comigo, balança a cabeça, sacode as mãos. E o sorriso? Acha graça de tudo! Ela é super sabida, esses dias me deu a mamadeira e queria que eu entregasse meu copo para ela, ela me dava a mamadeira e apontava para o meu copo, vê se guento? Aprendeu a andar um dia desses, mas resolveu que correr é o máximo e se você bobear, ela some, as vezes ela cai com tanta pressa, mas segunda a vó disse "pronto minha filha, agora você aprende" (claro que isso é dito com a pequena no colo e fazendo carinho no dodói). Chora só quando tem fome ou está nervosa mesmo. É uma princesa linda e está na fase de copiar o que a gente faz, já aprendeu a fazer "high five" e a gente tem umas brincadeirinhas só nossas. Muito amor!!!! Depois, na hora de educar, trocara fralda, cuidar, educar, pagar as contas, tem a super mãe pra fazer. Ser tia é muito bom :).
Voltando ao imposto, vamos esperar o dinheiro do imposto americano entrar na nossa conta e o brasileiro também (espero...). E quando a gente tiver podendo (Leo ganhando isso e eu isso), já teremos nossa contadora aqui nos EUA (Renata está validando o diploma para ser contadora aqui).
Fizemos também o imposto de renda do Brasil. Quer dizer, uma amiga-contadora-alma-boa fez o grande favor de fazer para a gente. Que negócio chato é imposto de renda, graças a Deus, Renata (a amiga contadora) ajudou. A gente estava tentando fazer pelo Brasil, mas não tínhamos encontrado alguém que soubesse fazer, pois a gente precisou preencher a declaração de saída definitiva do Brasil, enfim, aquela confusão chata. Sei que essa minha amiga pegou meus papéis, pegou o computador e voilá, fez tudo. Super rápida e com muita prática. Enquanto ela trabalhava eu trabalhei também, fiquei "olhando" a filhinha dela. Eu amo a Sofia (filha da Renata), ela é uma figura!!! Acha que sabe falar e fica "conversando"comigo, balança a cabeça, sacode as mãos. E o sorriso? Acha graça de tudo! Ela é super sabida, esses dias me deu a mamadeira e queria que eu entregasse meu copo para ela, ela me dava a mamadeira e apontava para o meu copo, vê se guento? Aprendeu a andar um dia desses, mas resolveu que correr é o máximo e se você bobear, ela some, as vezes ela cai com tanta pressa, mas segunda a vó disse "pronto minha filha, agora você aprende" (claro que isso é dito com a pequena no colo e fazendo carinho no dodói). Chora só quando tem fome ou está nervosa mesmo. É uma princesa linda e está na fase de copiar o que a gente faz, já aprendeu a fazer "high five" e a gente tem umas brincadeirinhas só nossas. Muito amor!!!! Depois, na hora de educar, trocara fralda, cuidar, educar, pagar as contas, tem a super mãe pra fazer. Ser tia é muito bom :).
Voltando ao imposto, vamos esperar o dinheiro do imposto americano entrar na nossa conta e o brasileiro também (espero...). E quando a gente tiver podendo (Leo ganhando isso e eu isso), já teremos nossa contadora aqui nos EUA (Renata está validando o diploma para ser contadora aqui).
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| Sofia querendo a máquina :) |
01/04/2011
Emprego para neuro...
Marido estava conversando com uns colegas e acabou sabendo que contrataram para a universidade daqui uns neurologistas para a área de distúrbios do movimento (eles tratam um monte de doença como Parkinson). O trabalho é relativamente tranquilo, trabalha-se das 8AM às 5PM, final de semana livre, trabalha-se em ambulatório (nada de plantão!) e é uma área que meu marido gosta e tem experiência. Parece que esse médicos ganham a "mixaria" de S400,000.00/ ano. Já pensou? Eu ganhando aquilo tudo e ele isso...afff! É muito dinheiro pra uma família só!
Pra ganhar isso no Brasil, quanto que um médico tem de trabalhar? Eu não falo de psicólogo, porque no Brasil psicólogo pra ganhar bem já é uma luta, pra ganhar super bem então...
Com essas possibilidades de ganho, segurança, cidade limpa, pessoas educadas, policiamento sério etc como eu vou convercer meu marido a voltar pra Salvador, me diz, como? E quando eu digo da saudade da família, ele emenda "com tanto dinheiro, a gente vai pagar muitas passagens para eles ficarem por perto" :), hai ai!
Pra ganhar isso no Brasil, quanto que um médico tem de trabalhar? Eu não falo de psicólogo, porque no Brasil psicólogo pra ganhar bem já é uma luta, pra ganhar super bem então...
Com essas possibilidades de ganho, segurança, cidade limpa, pessoas educadas, policiamento sério etc como eu vou convercer meu marido a voltar pra Salvador, me diz, como? E quando eu digo da saudade da família, ele emenda "com tanto dinheiro, a gente vai pagar muitas passagens para eles ficarem por perto" :), hai ai!
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