Dias desses resolvemos ir á praia. 1h e 40 minutos de estrada...é muita vontade mesmo! Passamos no mercado e compramos parte da tralha necessária para o passeio, chamamos um amigo especial e fomos curtir o sol destruidor da Flórida. Eu não curto ficar fritando no sol, eu curto uma sombrinha, conversa, banho de mar, uma comida, mais banho de mar e pronto.
A praia escolhida foi no Anastasia State Park porque lá não tem carro dirigindo na areia (pois é, coisas dos EUA) e é bem tranquila. Eu só conseguia falar "ai, eu estou tão feliz, tão feliz" e estava mesmo! O calor estava matador e saímos antes da chuva cair. Paramos na cidade americana mais antiga para um almoço e depois voltamos para casa. Ainda tentamos andar um pouco e conhecer a cidade, mas o calor estava demais!!!
Nota mental: na próxima ida a praia, precisamos comprar coisas mais profissionais para relaxar melhor.
A empolgação estava tanta que só lembrei de tirar uma foto (e olha que eu levei o celular e a máquina fotográfica também!).
Não, não é tão linda quanto as praias do Brasil (pelo menos as que conheço), não tem a vista das praias da Califórnia, mas o mar é quente e foi muito bom encontrar o Atlântico. Da próxima vez, iremos em uma praia do Golfo do México.
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27/07/2014
23/09/2012
Tybee Island: um passeio na praia nos EUA
Eu nunca tinha ido à praia nos EUA, mas semana passada me
aventurei. O Alabama tem praia lá embaixo, no golfo do México (em torno de 4
horas daqui), mas o destino escolhido foi Tybee Island (quase 8 horas de
viagem), pois assim poderia passar em Savannah e conhecer a cidade.
Savannah é uma cidadezinha fofa, foi a capital da Geórgia
quando os EUA era colônia Inglesa. Passei o dia caminhando no centro da cidade.
Dei uma parada no Chippewa Square, para ver o local que
Forest Gump contava suas história (só a praça, porque o banco está em um
museu), vi os prédios históricos, as casinhas fofas. Andei na River street, vi
o restaurante de Paula Dean (mas não arrisquei entrar). Comi no melhor restaurante
mexicano que encontrei nos EUA (até agora). Aqui tem um milhão de atrações-pagas:
passeio nos barcos, saindo do rio em direção ao Atlântico para ver os
golfinhos, passeio de charrete ou de riquixá com guia turístico. Passeio com
ônibus para conhecer cemitérios e saber mais sobre os fantasmas. Enfim, de tudo.
No dia seguinte, fomos ver o Atlântico. Escolhemos um hotel ótimo que ficava literalmente a cem metro da água.Eu já tinha ouvido falar que aqui nos EUA, para entrar na praia,
você tem de pagar uma taxa, mas essa foi "de grátis". Eve, a praia aqui tem coqueiro, viu? E tem gaivota cantando e rondando nossas cabeças. O cheiro do mar é menos intenso (porque a evaporação não é tão intensa). Mas o Atlântico é sempre quentinho e convidativo. Ficamos de molho dentro da água praticamente o tempo todo. Como o hotel era pertinho, não levamos cooler nem a farofa (o estilo americano de ir à praia). Quando a gente cansava, voltava para o hotel. De noite a gente andou pela vila e jantamos. Aqui, os americanos são tão relaxados (seria o álcool?), todo mundo mais feliz, mais aberto, mais "normal". No dia seguinte, fomos ver os golfinhos no passeio de barco e olha, o sol estava tenso, mas os golfinhos eram fofos.
Coisa boa é estar de férias!
Ps: esse viagem foi feita em julho. Postei fotos aqui.
Ps2: Vi duas cenas estranhas:
1. estávamos no restaurante, de frente para o mar. O restaurante não tem parede na direção do mar e sim vidro, naquele esquema, quem está fora não vê quem está dentro. Daí, uma família sai da praia e resolve ir para casa/hotel/wherever. O pai vai ajeitando a filha e a mãe resolve trocar de roupa. O carro era uma minivan, então, a mãe poderia entrar e se trocar, mas ela resolve se encostar na porta do carona e trocar de roupa?! Como se ficasse invisível. Pagou peitinho e bunda (ou falta dela) e ainda mostrou a calcinha (ou seria calçola?) no modelito americano. Pitoresco né?
2. Três criaturas (que já deveriam ter uns 20 anos) resolvem tomar banho com a torneira de lavar o pé. Tipo, eles tentam tirar aquela areia "incomodativa" (que vocês sabem bem onde fica) em um torneira bem baixa. Ô cena triste!
27/04/2011
Sobre o filme Rio!
Quando a gente está fora do país, tudo que lembra o Brasil, dá vontade de ver, de comer, de ter...ver qualquer coisa verde e amarelo já chama atenção. E foi nesse espírito que fui assistir ao filme Rio. Aqui nos Eua, as propagandas do filme estão em tudo que é canto e vi muitos amigos aqui dizendo que é o melhor filme que já viram ou que adoraram. O filme é super bem feito, mostra as paisagens/cartão postal do Rio. Dá uma saudade...mas é aquilo né, continua perpetuando aquela visão limitada do Brasil: bunda, carnaval e futebol (ah, e contrabandista também). O que me deixou triste foi saber que o diretor é brasileiro e ele não fez correções básicas no filme: mostra um carinha gordo vestido pro carnaval com sunga e camiseta dourada, carnaval e seleção brasileira em campo no mesmo dia, brasileiro que não gosta de samba é uma aberração. Bom, é um filme para americano ver mesmo. Achei interessante que eles mostraram um menino da favela que rouba o passarinho (o Blue), mas se arrepende e o ajuda depois, mostra que o menino não tem família e mora no telhado de um barraco. A sessão que eu vi estava cheia e os americanos adoraram. Eu não gostei muito (mas não me crucifiquem, tá? Não sou nenhuma entendida de cinema nem nada...)
12/04/2011
Fórmula Indy
Tá que em janeiro meu marido encontrou no Groupon uma promoção para os ingressos da fórmula Indy, que aconteceu aqui em B'ham. Ele ficou super animado, queria muito ir. Eu cansei só de pensar. Não gosto de corrida e ficar vendo carrinho passar não era bem o que eu queria da vida né? Mas ele insistiu e disse que era o presente de aniversário (com um mês de antecedência). E tá aí uma coisa difícil, meu marido é super complicado de agradar em se tratando de presente. Ele fica grato com qualquer coisa, mas raramente ama/adora algo. Eu ainda levantei a questão de plantão, já que ele não sabia a escala de abril e poderia ser que no dia da corrida ele estivesse no hospital e tal. Mas ele estava tão empolgado que comprou os ingressos. 1 mês depois, ele ficou super animado, pois a gente poderia comprar o acesso ao Paddock. Eu fiquei me imaginando lá, sem nenhuma animação, mas já que a comemoração era dele, compramos! Eu estava mesmo preocupada com a roupa que deveria usar lá. Achei o short que queria e comprei um chapéu pra ficar fashin (risos), mas esse chapéu foi a minha salvação! No dia da corrida, estava planejada 3 corridas de categorias diferentes e fomos cedo. Fiquei de boca aberta por conta da organização do evento. Você chega no estacionamento, tem várias pessoas organizando, aí você pega um ônibus e vai para o evento (uns 15 minutos), chegando no local, você pega um mapa e vai pegando uns carrinhos para se locomover. A volta foi igual. Super organizado.
A comida era péssima e cara, bebida alcoólica não é permitida (e sim, todo mundo se divertiu!). No ingresso dizia que você poderia levar cooler, lençol, cadeira, barraca...eu pensei numa farofada daquelas, mas acabamos levando água e uns snacks! Chegando lá, fiquei emocionada ouvindo os motores roncarem, lembrei das corridas de domingo, de Senna.
Eu achava que teria arquibancadas para a gente assistir as corridas, mas nada, você senta no chão mesmo (agora entendi o motivo deles pedirem para levar cadeira e tal). Ficamos perdinho dos boxes, vimos uns pilotos, tiramos mil fotos. E depois de 6 meses sem calor, o calor estava insuportável, não tinha nenhum lugar coberto e passamos o dia no sol quentão. Marido, que se recusou ao usar protetor, voltou um legítimo red neck (não só o pescoço, mas a cara, as pernas...tudo vermelho). Eu usei protetor e re-apliquei algumas vezes, o chapéu foi meu melhor amigo. No final das contas, foi muito legal!!!
A comida era péssima e cara, bebida alcoólica não é permitida (e sim, todo mundo se divertiu!). No ingresso dizia que você poderia levar cooler, lençol, cadeira, barraca...eu pensei numa farofada daquelas, mas acabamos levando água e uns snacks! Chegando lá, fiquei emocionada ouvindo os motores roncarem, lembrei das corridas de domingo, de Senna.
Eu achava que teria arquibancadas para a gente assistir as corridas, mas nada, você senta no chão mesmo (agora entendi o motivo deles pedirem para levar cadeira e tal). Ficamos perdinho dos boxes, vimos uns pilotos, tiramos mil fotos. E depois de 6 meses sem calor, o calor estava insuportável, não tinha nenhum lugar coberto e passamos o dia no sol quentão. Marido, que se recusou ao usar protetor, voltou um legítimo red neck (não só o pescoço, mas a cara, as pernas...tudo vermelho). Eu usei protetor e re-apliquei algumas vezes, o chapéu foi meu melhor amigo. No final das contas, foi muito legal!!!
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| Como americano vê a corrida |
06/03/2011
Quem disse que em B'ham não tem carnaval?
Tá, não tem mesmo, mas nada que uma reunião de brasileiros não resolva. Ana cedeu sua casa e nós levamos a alegria. O mais engraçado é que não gosto de carnaval, mas adorei nossa versão da festa. Isso sim foi um carnaval democrático: teve axé, frevo, marchinha, confete e serpentina, muita gente dançando e muita alegria. Apesar do pé d'água que insistia em cair lá fora, dentro de casa nós fizemos a festa!
Mas é bom lembrar que...
Mas é bom lembrar que...
27/02/2011
Aniversário de 1 ano nos EUA.
Ontem foi o aniversário de uma bebê linda de viver. Digo bebê ainda, pois ela só será uma toddler* de fato e de direito dia 11 de março. A comemoração teve que ser alguns dias antes pois a vovó estava por aqui. Sofia é uma criança linda, é muito bom poder fazer parte dessa festinha e da vida dessa gordinha. Quando conheci a família dela, ela só tinha 4 meses e era muito assustadinha e agora está andando por aí, aprendendo a dar beijos, faz "high five" , enfim, uma fofura. (Quem tem meu facebook já conhece essa pequena linda e pode ver as fotos da festinha)
Ajudei um pouquinho na arrumação das coisas e na "enrolação" dos docinhos. Tinha tanta comida, tanta comida. Foi super legal, conhecemos algumas pessoas, conversamos e eu só comi 2 brigadeiros (nem eu acreditei, estou de parabéns), mas a sensação mesmo, foi uma espécie de sorvete de cupuaçu feito pela vó da Sofia, gente que negócio gostoso!
Por aqui, a tradição é fazer o aniversário em casa mesmo, manda-se o convite com uma boa antecedência dizendo a hora que começa e a hora que acaba a festa (como Sofia é metade brasileira, no convite só tinha a hora do início mesmo). Prepara-se um lugar para as crianças brincarem, no caso, como a primavera já chegou por aqui, Renata (mãe da Sofia) ajeitou um espaço kids no quintal, ela já tem um parquinho com balanços e afins, colocou a casinha da Sofia com um tapetinho de PVC e muitas mesinhas e cadeirinhas. Só sei que os pequenos só queriam ficar lá. Aqui você não pode deixar seu filho brincando e sair, mesmo que ele seja maiorzinho, tem de ficar por lá, vigiando. As mães costumam comprar painéis, enfeite para o bolo e fazem tudo da festa em casa mesmo. Veio muita coisa, muita forminha lá do Brasil para a festinha da Sofia. As coisas aqui não são tão bonitinhas quanto estamos acostumados, mas fica bom mesmo assim.
A idéia é deixar tudo a mão das mães e das crianças. Quando você chega já vê o gelo, refrigerante (aqui o refrigerante sempre é servido quente e você tem de colocar gelo), caixinhas de suco e água, além da comida. Tudo isso porque não tem garçom para servir e os pais não podem ficar servindo os convidados (não dá tempo pra socializar, tirar fotos, ficar com as crianças e ainda servir a galera). No parabéns, cantamos a versão em inglês que aqui não é acompanhada pelas palmas e depois cantamos o nosso parabéns, com as palmas tradicionais. Deu pra ver a diferença dos 2 estilos de parabéns e o nosso é muito mais alegre, mais brasileiro mesmo.
Aqui nos EUA, no primeiro aninho, há uma tradição que a aniversariante ganha um mini bolo, todo decoradinho, inteiramente para ela. Aí, coloca-se ela sentada na cadeirinha de comer, na frente de todo mundo, e ela fica lá comendo, enquanto os convidados (nós, os abestalhados), fazem vídeos, tiram foto e dão risada da criança se sujando e comendo o bolinho. Depois, é hora de abrir os presentes, aí sim, a pequena aniversariante se soltou, mexeu em tudo, brincou, experimentou, "falou". Em relação aos presentes, não é comum perguntar aos pais o que eles querem, é meio falta de educação da parte dos pais dizer, mas como eu sou brasileira, perguntei e dei o que a mãe sugeriu. Isso porquê, a Sofia tem muita roupa, brinquedo (eu mesma já dei brinquedo pra ela) e eu não queria dar mais do mesmo. Depois da festança, os pais escrevem uma cartinha individual para todos os convidados agradecendo a presença e o presente. País educado esse né?
Ah, tinha foto da pequena espalha pela casa e uma grande, com moldura especial para a gente escrever um recadinho. Tinha também as lembrancinhas, cada criança recebeu uma caixinha personalizada cheia de bugingangas que crianças adoram.
* Aqui nos EUA, a criança é um newborn (recém-nascido) até 28 dias após seu nascimento, depois ele é chamado de baby e continua assim até 1 ano. De 1 ano até os 3 a criança passa a ser um toddler (tradução livre: aquele que dá passos vacilantes, passos hesitantes) e só depois dessa idade que passa a ser chamada de child (criança).
Ajudei um pouquinho na arrumação das coisas e na "enrolação" dos docinhos. Tinha tanta comida, tanta comida. Foi super legal, conhecemos algumas pessoas, conversamos e eu só comi 2 brigadeiros (nem eu acreditei, estou de parabéns), mas a sensação mesmo, foi uma espécie de sorvete de cupuaçu feito pela vó da Sofia, gente que negócio gostoso!
Por aqui, a tradição é fazer o aniversário em casa mesmo, manda-se o convite com uma boa antecedência dizendo a hora que começa e a hora que acaba a festa (como Sofia é metade brasileira, no convite só tinha a hora do início mesmo). Prepara-se um lugar para as crianças brincarem, no caso, como a primavera já chegou por aqui, Renata (mãe da Sofia) ajeitou um espaço kids no quintal, ela já tem um parquinho com balanços e afins, colocou a casinha da Sofia com um tapetinho de PVC e muitas mesinhas e cadeirinhas. Só sei que os pequenos só queriam ficar lá. Aqui você não pode deixar seu filho brincando e sair, mesmo que ele seja maiorzinho, tem de ficar por lá, vigiando. As mães costumam comprar painéis, enfeite para o bolo e fazem tudo da festa em casa mesmo. Veio muita coisa, muita forminha lá do Brasil para a festinha da Sofia. As coisas aqui não são tão bonitinhas quanto estamos acostumados, mas fica bom mesmo assim.
A idéia é deixar tudo a mão das mães e das crianças. Quando você chega já vê o gelo, refrigerante (aqui o refrigerante sempre é servido quente e você tem de colocar gelo), caixinhas de suco e água, além da comida. Tudo isso porque não tem garçom para servir e os pais não podem ficar servindo os convidados (não dá tempo pra socializar, tirar fotos, ficar com as crianças e ainda servir a galera). No parabéns, cantamos a versão em inglês que aqui não é acompanhada pelas palmas e depois cantamos o nosso parabéns, com as palmas tradicionais. Deu pra ver a diferença dos 2 estilos de parabéns e o nosso é muito mais alegre, mais brasileiro mesmo.
Aqui nos EUA, no primeiro aninho, há uma tradição que a aniversariante ganha um mini bolo, todo decoradinho, inteiramente para ela. Aí, coloca-se ela sentada na cadeirinha de comer, na frente de todo mundo, e ela fica lá comendo, enquanto os convidados (nós, os abestalhados), fazem vídeos, tiram foto e dão risada da criança se sujando e comendo o bolinho. Depois, é hora de abrir os presentes, aí sim, a pequena aniversariante se soltou, mexeu em tudo, brincou, experimentou, "falou". Em relação aos presentes, não é comum perguntar aos pais o que eles querem, é meio falta de educação da parte dos pais dizer, mas como eu sou brasileira, perguntei e dei o que a mãe sugeriu. Isso porquê, a Sofia tem muita roupa, brinquedo (eu mesma já dei brinquedo pra ela) e eu não queria dar mais do mesmo. Depois da festança, os pais escrevem uma cartinha individual para todos os convidados agradecendo a presença e o presente. País educado esse né?
Ah, tinha foto da pequena espalha pela casa e uma grande, com moldura especial para a gente escrever um recadinho. Tinha também as lembrancinhas, cada criança recebeu uma caixinha personalizada cheia de bugingangas que crianças adoram.
* Aqui nos EUA, a criança é um newborn (recém-nascido) até 28 dias após seu nascimento, depois ele é chamado de baby e continua assim até 1 ano. De 1 ano até os 3 a criança passa a ser um toddler (tradução livre: aquele que dá passos vacilantes, passos hesitantes) e só depois dessa idade que passa a ser chamada de child (criança).
18/01/2011
Quem lê, viaja!
Finalmente depois de uns 2 anos (ou até mais) sem ler livros não-relacionados ao mundo acadêmico, voltei a fazer algo que sempre gostei: ler por prazer, sem obrigação (tipo leitura necessária para uma prova ou aula que você vai ministrar). Gente, ler é muito bom mesmo. Tá que eu escolhi um livro bem relacionado as neurociências e tá que ele está em inglês (nomes científicos numa linguagem popular nem sempre é fácil), mas eu gostei. Ouvi falar desse livro numa aula da pós, acabei encontrando por acaso e resolvi trazer.
My stroke of insight conta a história de uma neurocientista da Harvard que teve um AVE (um derrame) com 35 anos. O livro é inspirador, muito legal mesmo, pois ela conta como se sentiu durante e depois do problema com um olhar científico, mas numa linguagem popular. A intenção é ajudar parentes, pacientes e até mesmo o corpo de saúde que lida com esse tipo de problema. Ela explica de um jeito bem simples e gostoso as funções do cérebro, a necessidade da gente não deixar o hemisfério esquerdo no comando o tempo todo (o superego).
Achei interessante, afinal neurociências é a minha cachaça e assuntos relacionados ao cérebro e a mente são sempre legais. Tá, admito que no final ficou meio auto-ajuda, mas acho que é porque eu estou acostumada a ler artigos e o final não leva tanto tempo. Bom, gostei. E senti mais fortemente que no meu caso não adianta fugir, eu sou neuropsicóloga, neurocientista e sinto uma profunda falta/saudade de estar rodeada desses assuntos "cerebrais".
Comprei outro e vou começar a ler. Vou achar uma biblioteca boa e voltar a ler livros, foi depois dele que sonhei em inglês. Ah, ler em inglês é tão fácil, falar é que é meio "cumplicadu".
My stroke of insight conta a história de uma neurocientista da Harvard que teve um AVE (um derrame) com 35 anos. O livro é inspirador, muito legal mesmo, pois ela conta como se sentiu durante e depois do problema com um olhar científico, mas numa linguagem popular. A intenção é ajudar parentes, pacientes e até mesmo o corpo de saúde que lida com esse tipo de problema. Ela explica de um jeito bem simples e gostoso as funções do cérebro, a necessidade da gente não deixar o hemisfério esquerdo no comando o tempo todo (o superego).Achei interessante, afinal neurociências é a minha cachaça e assuntos relacionados ao cérebro e a mente são sempre legais. Tá, admito que no final ficou meio auto-ajuda, mas acho que é porque eu estou acostumada a ler artigos e o final não leva tanto tempo. Bom, gostei. E senti mais fortemente que no meu caso não adianta fugir, eu sou neuropsicóloga, neurocientista e sinto uma profunda falta/saudade de estar rodeada desses assuntos "cerebrais".
Comprei outro e vou começar a ler. Vou achar uma biblioteca boa e voltar a ler livros, foi depois dele que sonhei em inglês. Ah, ler em inglês é tão fácil, falar é que é meio "cumplicadu".
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