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08/01/2011

Mais de Nola

Tivemos pouco tempo na cidade vou resumir aí:

Chegamos no Hotel e a fila do check in estava enorme, subimos, guardamos as coisas e saímos para bater perna.

Acima é a vista do quarto do Hotel, a Canal street. Ficamos bem perto do fuá da cidade.

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Canal street de noite e visão noturna do rio Mississipi.

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Cassino que fica na Canal Street (ele é grande, ocupa um quarteirão) e uma pequena árvore, num shopping chique de lá.

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Fotos do rio Mississipi

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Aquário


Artistas de rua em todo canto, tinha mágico, vidente, cantores, homens que imitavam estátuas…de um tudo.

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French Quarter

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Car street

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Café du Monde,beignets…hum,hum,hum!

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Bourbon Street, lugar onde menino chora e mãe não vê.

E pra terminar, outras fotos…

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Depois escrevo o que achei de Nola..

05/01/2011

Comidinha brasileira

Leo já havia, numa viagem anterior, passado nesse lugar. Ele havia me avisado que  o Brazilian market & café era uma biboca, nada chique, mas que tinha comida e produtos brasileiros (coisa boa do mundo). Fica em Kenner, bem pertinho de Nola. Passamos lá no início da viagem e no final.

Realmente, parece uma vendinha, bem simples, mas tudo limpinho. Assim que chegamos, estava passando uma notícias sobre Salvador:  Sujeira nas praias…hai, ai.

Eu comi uma torta salgada e pudim de leite e Leo um misto com café. Tudo gostoso (menos o café, claro, que nunca é gostoso Smile ). Na última passada na loja, compramos uns produtos e almoçamos lá, pense num feijão gostoso acompanhado de guaraná. A gente tinha lido um comentário que um americano fez do lugar e ele disse que o prato vem com uma quantidade exagerada de arroz, mas brasileiro adora arroz, então… (eu também achei muito)

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Vende até jiló em compotas, argh!

04/01/2011

Nota rápida

Tentando procurar notícias, imagens dá posse de Dilma na net, só encontrei resenhas sobre a esposa do vice.. muito estranho isso.

Viagem para Nola

Finalmente a semana de folga de Leo chegou, arrumamos tudo e fomos para New Orleans. Eu estava empolgada para conhecer o lugar que ele morou e também sair um pouquinho daqui. A viagem durou mais de 5h, as rádios aqui selecionaram umas 15 músicas e ficam repetindo sem parar, um porre, como não gosto de música country o jeito foi ouvir essas músicas mesmo. Bom, pra passar o tédio, saquei a máquina e tirei mil fotos de dentro do carro, vejam aí (ps: estão tremidas).

No início da viagem passou esse caminhão e eu só lembrei de Mater, do filme Cars, tão velhinho quanto.

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As estradas aqui são lisinhas (tá, admito que vimos 2 buracos entre a ida e a volta e uns poucos trechos cascudos), não vi um acidente, mesmo a pista sendo de alta velocidade. Achei algo interessante: durante a viagem, na estrada, tinham áreas para descansar, que você encontra banheiro, mesas para uma refeição, enfim, aqui não se vê pessoas no acostamento fazendo xixi. Achei essa idéia muito interessante.

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Ah, os policias “se escondiam”, como no Brasil, atrás de viadutos ou depois de uma subida. Tinha muito carro na estrada, mas fluia super bem, tínhamos que prestar atenção na velocidade, afinal, ninguém merece multa. Chegamos num ponto em obras que estava bem lento, quando olho pra frente, olha só o que eu vi:

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Sim, uma casa viajando nas estradas. Vi uma fábrica de casa também…achei isso algo tão inusitado. O mais engraçado é que a casa ia passando e levando os cones, já que ela é mais larga que um carro ou caminhão, os cones estavam indicando obra na pista e os funcionários correndo para levando tudo outra vez.

A chegada em Nola é cheia de pontes, rio, lagos…admito que achei meio tenso.

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Mas antes de chegar na cidade paramos numa cidadezinha para um lanche nesse lugar (depois conto melhor)

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Então o dia foi assim: café da manhã no Alabama, almoço no Mississipi e jantar na Louisiana (em Nola)

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No caminho, passamos por Cuba (huum, viagem internacional Smile )

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imagens:google e pessoais

01/01/2011

Esses dias estava lendo um blog que falava de um texto escrito por um outro blog. Esse texto é muito interessante e descreve bem o que os expatriados sentem. Abaixo coloco o texto na íntegra:

Síndrome do ex-namorado

junho 28, 2010

Claudia Lordao
Adelaide, Austrália

Este mês vai completar 3 anos que vim morar na Austrália. Ainda não fui visitar o Brasil e volta e meia sofro o que chamo de síndrome do ex-namorado.

Você que terminou o namoro, mas agora não lembra direito o porquê. Só consegue pensar em como o seu ex era divertido. E sexy. E bonito. Resolve ligar pra ele, pede pra voltar e em menos de 1 semana – putz – você lembra perfeitamente a razão de ter terminado. Você sabe! Com ele, nunca vai dar certo!

É assim que às vezes me sinto em relação ao Brasil. Porque estou longe, porque sinto saudades, volta e meia esqueço porquê decidi ir embora do meu próprio país.

Quando a síndrome do ex-namorado bate, não consigo me lembrar do pânico que sentia ao dirigir pelas ruas do Rio. Esqueço que não parava mais em sinal de trânsito, pois podia ser assaltada. Esqueço que não aguentava mais a corrupção e a impunidade que infelizmente assola o nosso país. Não lembro das crianças dormindo nas ruas, dos tiroteios… esqueço totalmente como a desigualdade social é gigantesca no Brasil. Esqueço como vivia estressada e correndo e com medo o tempo inteiro.

A síndrome do ex-namorado é um fenômeno real, que assola muitas das brasileiras que vivem por aqui. Fazer o quê?

A verdade é que, pra mim, o Brasil será sempre meu eterno namorado, o meu primeiro amor. Mas não adianta fantasiar. Eu sei muito bem porque “terminei” com ele.


E é bem por aí que o sentimento vai. Minha gente, em Salvador eu atropelei (sem querer, eu estava querendo fugir mesmo) um ladrão perto de casa. Se eu me atrasasse um pouco, ou Leo, ou minha mãe, já ficava todo mundo preocupado. Mas o pior, além desse medo todo é ver tanta criança, tanta gente, pedindo esmola. Muito injusto!

Plano de saúde paga absurdos R$ 20,00 por consulta com psicólogo! Esse valor para cobrir material para a sessão, tempo na sessão e pós sessão, para você planejar e estudar sobre aquele cliente. Ah, fora a parte da clínica. Um absurdo!

É muito triste ter de sair do seu país, da sua casa, deixar a família, os amigos e ter de lutar por uma vida melhor do outro lado do mundo, isso tudo porque o Brasil não comporta meu sonho de viver bem (que é bem básico: uma casa, um carro, bom emprego, sem pobreza, sem assalto, sem corrupção...). Quando a gente mora no Brasil, vê tanta coisa errada, fora do lugar, já é normal, não é a toa que muita gente vota pensando "ele rouba, mas faz". As regras estão de ponta cabeça, se é que tem alguma. E não, aqui no Alabama não é o melhor lugar do mundo (vixe, tá longe disso), mas ainda permite que eu tenha uma vida boa (com um mero salário de residente, o que no Brasil é impossível) e que sonhe, tendo objetivos completamente possíveis.